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PARALISAÇÃO

Polícia Civil paralisa atividades nesta segunda-feira durante toda a tarde no RS

As Delegacias de Polícia de Pronto Atendimento e plantões somente atenderão os flagrantes e casos de maior gravidade

13/05/2019 12h02
Por: Gilmar Machado
Fonte: Rádio Uirapuru
Foto: Rádio Uirapuru
Foto: Rádio Uirapuru

Seguindo uma convocação da União dos Policiais do Brasil (UPB) marcada para esta segunda-feira, 13, a Polícia Civil fará um Dia Nacional de Protestos das Polícias contra a reforma da Previdência. No Rio Grande do Sul, a UGEIRM e o SINPOL-RS estão convocando os Policiais Civis a paralisarem suas atividades a partir das 13 horas, quando haverá um ato na frente do Palácio da Polícia em Porto Alegre. A paralisação se estenderá até as 18 horas, por todo o estado.

O Dia Nacional de Protestos, faz parte de uma série de atividades contra a reforma da Previdência, que tramita no Congresso Nacional. Segundo nota do UGEIRM, além do não reconhecimento das características próprias da atividade policial, como o risco de morte, a proposta traz a possibilidade do estabelecimento de uma alíquota extra de até 8%, que significará uma diminuição salarial para os policiais de todo o país. A nota diz ainda que outro ponto que atinge os policiais e, por consequência, a segurança pública, é o não estabelecimento de uma regra de transição para a implementação das novas regras de aposentadoria.

Como será o funcionamento da Polícia Civil no Dia de Paralisação

1 – A paralisação começará às 13 horas e se estenderá até às 18 horas do dia 13 de maio;

2 – A concentração dos (as) Policiais Civis será em frente ao Palácio da Polícia;

3 – A orientação é para que não haja circulação de viaturas. Todas devem permanecer paradas no órgão a que pertencem;

4 – Não haverá cumprimento de Mandados de Busca e Apreensões, mandados de prisão, operações policiais, serviço cartorário, entrega de intimações, oitivas, remessa de Inquéritos polícias ao Poder Judiciário e demais procedimentos de polícia judiciária;

 

5 – As Delegacias de Polícia de Pronto Atendimento e plantões somente atenderão os flagrantes e casos de maior gravidade, tais como: homicídios, estupros, ocorrências envolvendo crianças, adolescentes e idosos, Lei Maria da Penha, além daquelas ocorrências em que os plantonistas julgarem imprescindível a intervenção imediata da Polícia Civil.

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