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Rio Grande do Sul tem menor número de lares no Bolsa Família em 14 anos

Enquanto quem sai dos critérios perde a assistência, penúria fiscal faz com que potenciais beneficiários fiquem de fora

07/10/2019 11h13
Por: Josoel Silvestre
Fonte: Gaúcha ZH
Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Levantamento de GaúchaZH nos dados do Ministério da Cidadania mostra que a quantidade de pessoas que recebem o benefício só não é menor do que em 2004, ano de lançamento do Programa.. Quando analisadas as folhas de pagamento de agosto, em 2019, 349,2 mil lares do Estado receberam o pagamento, superando somente os 337,7 mil de 2005. Todos os meses, há famílias que entram e outras que saem do programa. Desde que atingiu o seu ápice, em 2012, o Bolsa Família encolheu 23% entre os gaúchos.

 

Desde 2014, segundo dados disponíveis mais recentes, o saldo entre novos benefícios concedidos e cancelados tem sido negativo no Rio Grande do Sul. De janeiro a agosto de 2019, 67,2 mil casas deixaram de ter o pagamento, enquanto 41,4 mil passaram a recebê-lo. Por causa da penúria fiscal, o programa não tem dado conta de absorver no mesmo ritmo potenciais beneficiários – em 2017, a extrema pobreza avançou para 3,4% da população gaúcha, chegando a 383,7 mil pessoas. Em recente reunião no Congresso, o ministro da Cidadania, Osmar Terra, admitiu que tem gente ficando de fora.

– Está voltando a fila de novo em função da nossa dificuldade orçamentária – disse Terra.

Procurado, o governo federal não informou quantas pessoas estão aguardando o benefício – situação que ocorre quando a resposta ao pedido demora mais de 45 dias. A coordenadora do Cadastro Único no Estado, Rosemary Fanfa, confirma que há espera no Rio Grande do Sul, mas sem apresentar dados. Em nota, o Ministério da Cidadania informou que “a concessão de novos benefícios depende da quantidade e famílias habilitadas para o programa e estratégias de gestão da folha”. Já o Ministério da Economia estuda aumentar o orçamento para zerar a fila.

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