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Mulher queimada em explosão de restaurante, em São Leopoldo, morre no hospital

11/10/2019 14h09Atualizado há 2 semanas
Por: Ryan Silvestre
Fonte: G1 RS

A cozinheira Débora Cristina Gomes Soares, 51 anos, morreu nesta quarta-feira (9) em decorrência das queimaduras sofridas na explosão do restaurante Siabra, em São Leopoldo, na Região Metropolitana, há duas semanas. A Polícia Civil investiga o caso como lesão corporal seguida de morte ou homicídio.

Débora Cristina Gomes Soares foi velada e sepultada na manhã desta quinta (10). A cozinheira teve 40% do corpo queimado.

Na explosão, que teria acontecido durante a troca de botijões de gás dentro da cozinha do estabelecimento, outras três pessoas ficaram feridas. Duas jovens que eram funcionárias do restaurante foram atendidas no Hospital Centenário com lesões leves e liberadas no mesmo dia. Já o funcionário da companhia de gás foi transferido para o Cristo Redentor, em Porto Alegre, mas também teve alta dias depois.

A Polícia Civil investiga o caso como lesão corporal seguida de morte ou homicídio. O indiciamento de possíveis responsáveis, entretanto, só pode ser definido ao final do inquérito. Como explica o delegado Marcelo Kaner, os possíveis culpados só devem ser ouvidos ao final da investigação para permitir a ampla defesa.

"Se, nessas condições, uma pessoa começa investigada por um fato e, no caminho, a vítima morre, se torna em homicídio ou lesão seguida de morte. O motivo nós só vamos definir ao final, quando verificar a intenção do agente quando ocorreu o crime", diz Kaner.

Conforme o delegado, o laudo pericial do Instituto Geral de Perícias (IGP) sobre a causa da explosão ainda não foi entregue, e os depoimentos seguem sendo colhidos. Pelas informações preliminares do dia do acidente, a própria distribuidora de gás fazia a troca dos botijões.

O proprietário do restaurante não foi localizado pela reportagem para explicar o ocorrido. No dia seguinte ao acidente, o perfil do estabelecimento foi excluído das redes sociais.

Segundo os bombeiros, o local não tinha Plano de Prevenção Contra Incêndio (PPCI). Se confirmada pela polícia, o dono pode responder por crime de responsabilidade.

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