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Onda de protestos deixa ao menos 11 mortos no Chile

Incêndio foi registrado em fábrica no Noroeste de Santiago

21/10/2019 11h05Atualizado há 4 semanas
Por: Josoel Silvestre
Fonte: Correio do Povo
Série de protestos deixou ao menos 11 mortos no Chile | Foto: Javier Torres / AFP
Série de protestos deixou ao menos 11 mortos no Chile | Foto: Javier Torres / AFP

A onda de protestos iniciada na semana passada no Chile já deixou ao menos 11 pessoas mortas até esta segunda-feira. Segundo informações do jornal La Tercera, apenas uma linha do metrô, que normalmente transporta 2,8 milhões de pessoas diariamente, está funcionando. O governo já havia decretado toque de recolher por conta das manifestações, originadas a partir do aumento no preço da passagem de metrô de Santiago. 

O número de mortos aumentou depois que autoridades encontraram cinco corpos nos escombros de uma fábrica que foi incendiada no Noroeste de Santiago. Mais de 10 mil policiais tentam manter ordem na capital chilena e 11 regiões do país estão sob o estado de emergência. 

Conforme o La Tercera, o transporte aéreo do Chile também foi afetado pelas manifestações. Nas últimas horas, 114 voos, entre chegadas e partidas, tiveram de ser reprogramados ou cancelados. 

Nesse domingo, o ministro do Interior do Chile, Andrés Chadwick, fez um balanço da situação no país. Segundo ele, foram registrados 70 grandes eventos de violência e mais de 40 saques. Alguns dos incidentes ocorreram nas cidades de Valparaíso e Concepción.  

Transporte público comprometido 

Hoje, com a abertura parcial do metrô, o transporte ficou praticamente inviabilizado. Somente a estação La Moneda, que fica a poucos metros da casa do governo, abriu as portas às 7h (horário local). 

Soldados foram colocados nas entradas para evitar novas manifestações. La Moneda é uma das 27 estações da Linha 1, que percorre de Leste a Oeste a capital chilena, com sete milhões de habitantes. É a única linha que a estatal Metro de Santiago reabriu para aliviar o transporte público, que durante esse dia operará com sua capacidade reduzida.

O governo chileno anunciou que, além do metrô, mais de meio milhão de ônibus públicos, municipais e interurbanos, estarão disponíveis, bem como táxis particulares para cobrir a demanda de transporte dos habitantes da capital chilena.

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