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DUPLA CIDADANIA

Menina de pais chilenos que nasceu em avião terá dupla cidadania: 'Vai ser gaúcha', diz pai

09/12/2019 16h13Atualizado há 1 mês
Por: Ryan Silvestre
Fonte: G1 RS
A menina, que recebeu o nome de Trinidad, nasceu dentro de um avião — Foto: RBSTV/Reprodução
A menina, que recebeu o nome de Trinidad, nasceu dentro de um avião — Foto: RBSTV/Reprodução

Trinidad Hernández Arancibia, a bebê de pais chilenos que nasceu enquanto o avião que os levava a Santiago sobrevoava Porto Alegre, na noite de domingo (8), é mais uma gauchinha. A menina será registrada no Brasil, segundo o pai, Manuel Hernández, de 29 anos, ganhará todos os direitos de uma cidadã brasileira e, quando chegar à terra da família, buscará a cidadania chilena.

"Vai ser gaúcha", diz o pai. "Vamos fazer a nacionalidade brasileira e chilena. Vai ter dupla nacionalidade."

O Consulado do Chile em Porto Alegre confirma que o processo é legal. Ela precisará fazer um registro civil, que pode ser feito no cartório do próprio hospital. Com a certidão de nascimento, fará um documento brasileiro (RG) e, depois, pedirá a cidadania chilena em Santiago.

A lei brasileira permite a cidadania, pois o avião sobrevoava o espaço aéreo brasileiro quando a menina nasceu e precisou descer no Aeroporto Salgado Filho. Manuel não sabe onde estavam no exato momento em que a esposa, Daniela Arancibia, de 30 anos, grávida de 8 meses, deu à luz Trini, como a família chama carinhosamente a bebê.

Ele só recorda que a tripulação anunciou que, em 10 minutos, desembarcariam em Porto Alegre.

"Sabíamos que estávamos no ar, no Brasil, mas não sabíamos o lugar. Foi muita emoção, muito nervosismo. Um misto de emoções muito brusco."

O casal e os outros dois filhos, Augustina, 11 anos, e Diego, quatro, estavam de férias no Rio de Janeiro pela primeira vez. Eles retornariam a Santiago porque, segundo Manuel, o parto de Trinidad estava programado para o dia 20.

"Primeira vez que andamos de avião, que saímos do Chile, que tivemos férias no exterior", diz o pai.

Daniela tinha um atestado do médico dela no Chile para viajar. A família decolou no Rio, mas fez escala em São Paulo e ainda passaria por Montevidéu, no Uruguai, e Buenos Aires, na Argentina. Na segunda parte, porém, Trini se antecipou.

"Não esperávamos. Mas sabíamos que as coisas dariam certas, pois somos cristãos e tínhamos confiança de que seria como tem que ser", comenta Manuel.

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